BRASÍLIA (DF) – Em plena reunião ministerial desta terça-feira (31), o presidente Lula cravou Geraldo Alckmin como pré-candidato a vice na chapa da reeleição de 2026, desencadeando uma dança de cadeiras que pode retirar cerca de 20 ministros do primeiro escalão.
- Em resumo: Anúncio obriga titulares a deixarem pastas até 4 de abril para disputar as urnas.
Bastidores do anúncio: por que agora?
Lula aproveitou o primeiro encontro do ano no Palácio do Planalto para sinalizar unidade e acelerar o cronograma eleitoral. A lei exige que ocupantes de ministérios saiam seis meses antes do pleito; a estratégia antecipa definições e evita vácuos prolongados, segundo dados da Câmara Federal.
No discurso, o presidente frisou que os substitutos virão dos próprios quadros técnicos, evitando rupturas em programas federais em curso.
“A máquina está em andamento e ela tem que continuar andando. Temos muita coisa para concluir até 31 de dezembro”, alertou Lula aos presentes.
Quem sai, quem fica e o impacto imediato
Entre os que já confirmaram saída estão Rui Costa (Casa Civil), Simone Tebet (Planejamento), Renan Filho (Transportes) e Marina Silva (Meio Ambiente). José Múcio, da Defesa, permanece até o fim do mandato.
A troca de cadeiras mira outubro, mas pressiona cada ministério a entregar resultados acelerados nos próximos meses, sob risco de paralisia administrativa e críticas do Congresso.
Crédito da imagem: Divulgação / Agência Brasil
E você, acredita que essa antecipação de candidaturas fortalece ou enfraquece a gestão federal? Acompanhe mais análises na editoria de Política.
Siga o SE Por Dentro e entre no nosso grupo de notícias.








