O Brasil contabilizou 407 desastres relacionados ao clima no período de 1991 a 2024, aponta estudo divulgado nesta sexta-feira (14). O levantamento, citado pela Agência Brasil, reúne ocorrências como enchentes, secas prolongadas, tempestades severas e deslizamentos de terra em todas as regiões do país.
A pesquisa reúne dados de 33 anos e reforça a frequência crescente de eventos extremos que afetam comunidades urbanas e rurais. Embora o relatório não detalhe as perdas humanas e materiais, o total de 407 episódios evidencia a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção e à adaptação climática.
Segundo o estudo, esses desastres climáticos foram registrados em diversos estados, com maior incidência nos períodos de chuvas intensas e estiagens prolongadas. O documento também destaca que as populações mais vulneráveis — principalmente as de áreas periféricas e zonas rurais — sofrem impactos mais severos.
Os autores do levantamento — cujo nome não foi divulgado na nota da Agência Brasil — recomendam fortalecer sistemas de alerta precoce e aprimorar o planejamento urbano para reduzir riscos em regiões suscetíveis a enchentes e deslizamentos.
O relatório completo deve ser encaminhado a órgãos federais, estaduais e municipais para subsidiar a elaboração de planos de contingência e ações de adaptação.
De acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), o aumento da frequência de extremos meteorológicos está diretamente ligado ao avanço do aquecimento global, o que torna iniciativas de resiliência ainda mais urgentes.
Saiba mais sobre como ações locais podem mitigar esses impactos na editoria Sergipe e acompanhe outras reportagens sobre meio ambiente e políticas públicas.
Continuaremos acompanhando os desdobramentos desse estudo e outras iniciativas de enfrentamento aos eventos climáticos extremos. Fique por dentro e compartilhe a informação.
Com informações de Agência Brasil
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