Governo de Sergipe – O Estado apresentou recentemente um plano de agrofloresta que integra culturas regionais à vegetação nativa, com a promessa de transformar o modelo alimentar local e impulsionar a renda dos produtores.
- Em resumo: estratégia alia conservação ambiental ao aumento de produtividade rural.
Como a iniciativa vai funcionar na prática
O projeto conecta agricultores familiares a técnicas de consórcio de espécies frutíferas, madeireiras e de subsistência, reduzindo custos e melhorando a fertilidade do solo. De acordo com orientações do Ministério da Agricultura, o sistema protege a biodiversidade e garante colheitas o ano inteiro.
A expectativa do governo é que áreas anteriormente dedicadas ao monocultivo passem a gerar múltiplas fontes de renda, além de sequestrar carbono e recuperar nascentes.
“Novo modelo alimentar para Sergipe propõe integração de variedades regionais à floresta nativa”, destaca a nota oficial.
Por que isso importa para o bolso do produtor
Ao diversificar o cultivo, o agricultor fica menos exposto às oscilações de preço de uma única commodity, ampliando o ganho mesmo em períodos de estiagem. Estudos de campo indicam ciclos de produção mais curtos e melhor resistência a pragas, o que reduz o uso de insumos químicos.
A médio prazo, autoridades estaduais acreditam que a economia verde abra portas para certificações de origem e acesso a novos mercados, fortalecendo toda a cadeia agroalimentar de Sergipe.
Crédito da imagem: Divulgação
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