ARACAJU — A Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), ligada ao Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), alcançou neste ano a marca de 1.000 inquéritos para apurar crimes de violência doméstica, familiar e sexual contra mulheres, segundo a Polícia Civil de Sergipe.
- Em resumo: Mil inquéritos, 27 prisões em flagrante e 31 pedidos de medidas protetivas foram registrados.
Marca histórica reflete empenho investigativo
O volume de procedimentos confirmados pela Deam reforça o enfrentamento estadual à violência de gênero e dialoga com ações federais, como o Ligue 180 do Ministério das Mulheres, dedicado ao acolhimento de vítimas.
Segundo a diretora do DAGV, delegada Mariana Diniz, os números vão além da estatística e demonstram presença efetiva do Estado na defesa da mulher.
“É com profundo sentimento de responsabilidade que a Deam alcança essa marca expressiva de inquéritos policiais. Esse número vai além da estatística e representa a presença firme do Estado na apuração rigorosa de crimes de violência doméstica, familiar e de crimes sexuais”, destacou Mariana Diniz, diretora do DAGV.
Pronta resposta: prisões e proteção às vítimas
Somente no último fim de semana, o plantão do DAGV efetuou 27 autos de prisão em flagrante e formalizou 31 representações por medidas protetivas de urgência, retirando agressores do convívio das vítimas no momento do crime.
“A prova de que nosso trabalho é ininterrupto e vigilante está nos dados do último fim de semana. Esses resultados demonstram a eficiência da nossa pronta resposta. Retiramos o agressor no momento do crime e acionamos imediatamente os mecanismos legais para garantir a segurança da vítima”, afirmou Mariana Diniz.

“Nossa missão institucional é clara: proteger e acolher a mulher sergipana, garantindo que a impunidade não tenha lugar. O DAGV segue fortalecido e de portas abertas, reafirmando que nossa atuação será sempre pautada pelo rigor da lei e pelo acolhimento humanizado”, evidenciou a delegada.
Denúncias de violência doméstica podem ser feitas presencialmente nas unidades especializadas da Polícia Civil, pelo Disque-Denúncia 181 ou, em situação de emergência, pelo telefone 190.
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Crédito da imagem: Divulgação
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