De vereadoras a ministras, as sergipanas ocupam cada vez mais espaço nas decisões que afetam sua vida. Leis e costumes mudam, e o protagonismo feminino chega para ficar.
Em Sergipe, as mulheres têm se destacado na política, independentemente de julgamentos políticos ou ideológicos. Elas fazem parte de um suprapartido que vai além das legendas tradicionais, seja à direita ou à esquerda.
Historicamente, as mulheres representam a maioria da população brasileira e, ao longo dos anos, têm ocupado cargos de destaque, como ministras, presidentes, deputadas e prefeitas. Embora o reconhecimento de seu papel tenha demorado, a institucionalização de sua presença em diversas instâncias políticas vem ganhando força por meio de instrumentos legais e pela mudança dos costumes sociais, que agora buscam combater preconceitos e discriminações.
No entanto, ainda há muito a ser feito, especialmente no que diz respeito à punição do feminicídio. O aumento dos casos exige uma resposta mais contundente do sistema legislativo, que até agora não considerou a possibilidade de prisão perpétua para os autores desses crimes, algo que deveria ser uma prioridade tanto para a esquerda quanto para a direita.
“A Bahia tem um jeito…”, dizia Caetano. Assim como ele, acreditamos que as mulheres têm um jeito único de fazer as coisas, agindo com acurácia, paciência e sensibilidade. Embora existam líderes homens e mulheres com falhas, as mulheres tendem a se destacar como melhores líderes.
Sergipe tem sido um exemplo de inclusão feminina na política. O estado já teve vice-governadoras, como Marília Mandarino e Eliane Aquino, e também conta com uma senadora, Maria do Carmo. Atualmente, Aracaju tem sua primeira prefeita, Emília Corrêa, um marco importante na história política local.
A trajetória de Priscila Felizola, ex-superintendente do Sebrae, é um exemplo de liderança feminina que vem ganhando destaque. Seu nome está sendo cogitado como potencial candidata a vice-governadora na chapa do ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho. A gestão de Priscila à frente do Sebrae foi reconhecida por sua capacidade de implementar ações inovadoras e promover a interiorização das políticas.
Outro fator relevante é seu vínculo familiar com o ex-governador Belivaldo Chagas, que, apesar de desafios, buscou estabilizar as finanças públicas do estado, um aspecto que impactou diretamente a vida dos servidores públicos, que enfrentaram atrasos salariais em administrações anteriores.
A presença de Priscila na política sergipana é um importante sinal de que as mulheres estão assumindo papéis de destaque e liderança. Em um momento em que a sociedade enfrenta questões relacionadas ao machismo e à violência de gênero, o nome de Priscila Felizola se torna um símbolo de esperança e mudança. Valmir de Francisquinho pode contar com uma aliada forte e comprometida para enfrentar os desafios que se apresentam.
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