Pesquisa ECM coloca o governador na frente com 40,8% das intenções de voto. Valmir de Francisquinho aparece em segundo, com 30,3%. Vantagem se repete em todos os cenários testados.
O governador Fábio Mitidieri aparece na dianteira da corrida pelo Palácio dos Despachos, de acordo com levantamento do instituto ECM divulgado nesta segunda-feira, 15/06. Conforme os números apresentados, o chefe do Executivo estadual reúne 40,8% das intenções de voto na sondagem estimulada, enquanto o ex-prefeito Valmir de Francisquinho soma 30,3%. A diferença de 10,5 pontos percentuais confirma a vantagem do atual gestor em todos os cenários testados.
Na modalidade espontânea — quando o entrevistador apenas pergunta em quem o eleitor pretende votar, sem exibir lista de nomes — Mitidieri registra 28% das citações. Valmir figura em segundo lugar, com 18%. Nenhum outro pré-candidato ultrapassa a barreira dos 3%, incluindo o radialista e vereador da capital Ricardo Marques. O resultado sugere que, neste momento, a disputa se concentra majoritariamente entre os dois primeiros colocados.
A pesquisa foi realizada entre 04 e 07/06 com eleitores de todas as regiões sergipanas, abrangendo tanto a Grande Aracaju quanto o interior. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SE-09780/2026, conforme prevê a legislação eleitoral. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Além de medir a preferência do eleitorado, o instituto avaliou a taxa de rejeição dos principais concorrentes. Mitidieri é rejeitado por 18% dos entrevistados, enquanto 22% disseram que não votariam em Valmir de jeito nenhum. Já Ricardo Marques marca 12% de rejeição. Esses indicadores funcionam como termômetro adicional sobre o grau de resistência que cada nome enfrenta nos diferentes segmentos do eleitorado.
Os números divulgados HOJE refletem o cenário pré-campanha para 2026, período em que partidos ainda negociam alianças e definem estratégias. Especialistas em marketing político lembram que pesquisas realizadas com tanta antecedência servem para balizar decisões internas, mas não determinam o resultado final das urnas. Tendências podem mudar à medida que debates, coligações e tempo de televisão entrarem no radar do eleitor.
Mesmo assim, a vantagem atual consolida o governador como favorito à reeleição e deverá influenciar o ritmo das articulações partidárias nos próximos meses. Observadores destacam que a manutenção ou aumento da vantagem dependerá do desempenho administrativo, da percepção do eleitor sobre a economia local e da capacidade dos adversários de se tornarem mais conhecidos fora dos seus redutos.
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