Uma paciente com infarto agudo do miocárdio foi tratada dentro do tempo ideal graças à união entre telecardiologia, plataforma Join, serviço aeromédico e o Huse. A rede funcionou e fez diferença real.
Quando cada minuto conta, ter uma rede bem articulada pode ser a diferença entre a vida e a morte. Foi exatamente isso que aconteceu com uma paciente vítima de infarto agudo do miocárdio (IAM) em Sergipe: a integração entre a telecardiologia, a plataforma Join, o serviço aeromédico e o Centro de Hemodinâmica do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) reduziu o tempo-resposta e garantiu que ela recebesse o tratamento necessário dentro de uma janela de tempo significativa.
O caso evidencia como a articulação entre tecnologia e serviços de saúde pode transformar o atendimento de emergências cardiovasculares no estado. A telecardiologia permitiu a leitura e o diagnóstico remoto do eletrocardiograma da paciente, enquanto a plataforma Join facilitou a comunicação ágil entre as equipes envolvidas. Com o diagnóstico confirmado, o serviço aeromédico entrou em ação para o transporte rápido até o Huse, onde o Centro de Hemodinâmica estava preparado para recebê-la e realizar o procedimento de desobstrução arterial.
O resultado prático foi a redução do tempo entre o primeiro contato médico e o tratamento definitivo — um dos indicadores mais críticos no manejo do infarto. Quanto menor esse intervalo, maiores as chances de preservar o músculo cardíaco e garantir a recuperação do paciente. O caso reforça a importância de fortalecer e expandir essa rede integrada de assistência em Sergipe, mostrando que, quando os serviços conversam entre si, quem ganha é a população.





Fonte: Governo de Sergipe
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