Brincantes de Sergipe marcaram o Dia Nacional do Quadrilheiro Junino com emoção na primeira semifinal do Arranca Unha, mostrando como as juninas atravessam gerações.
Neste domingo, 28 de junho, o São João de Sergipe ganhou um significado ainda mais especial. Enquanto o estado vive a efervescência das festas juninas, brincantes de todo o território sergipano celebraram o Dia Nacional do Quadrilheiro Junino dentro de um dos palcos mais disputados da temporada: a primeira semifinal do Arranca Unha. A data, que homenageia quem dedica meses — e muitas vezes a vida inteira — à arte das quadrilhas juninas, foi marcada por histórias de amor, superação e identidade cultural.
As histórias dos quadrilheiros revelam como a tradição junina não é apenas uma festa de época, mas um elo entre gerações. Para muitos dos brincantes que subiram ao palco neste domingo, a quadrilha começa na infância, dentro de casa, observando pais e avós se vestirem com as roupas de chita e bordado. É essa transmissão cultural, de quintal em quintal, de família em família, que mantém viva uma das expressões mais genuínas da cultura popular sergipana e nordestina.
A semifinal do Arranca Unha reuniu grupos que transformam meses de ensaio e sacrifício em minutos de apresentação repletos de coreografia, indumentária e emoção. Para além da competição, o evento desta edição carregou o peso simbólico da data comemorativa, colocando em evidência o protagonismo dos quadrilheiros como guardiões de uma tradição que resiste e se reinventa a cada São João. Sergipe, mais uma vez, mostrou ao país que as juninas daqui são patrimônio vivo.










Fonte: Governo de Sergipe
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