A DIKA virou referência em Sergipe ao transformar arquivos, entrevistas e fotos em livros que preservam a memória. O novo volume registra o centenário do Hospital de Cirurgia com pesquisa rigorosa e narrativa humanizada.
A produção de livros que contam a trajetória de personalidades e instituições virou especialidade da DIKA Publicações Inteligentes, editora que se firmou em Sergipe nos últimos doze meses como referência em projetos historiográficos. O trabalho consiste em transformar documentos, entrevistas e fotografias em publicações que salvaguardam a memória coletiva, criando registros permanentes para futuras gerações.
Segundo a empresa, cada projeto editorial parte de pesquisa rigorosa, checagem de dados e construção de narrativa humanizada. A proposta é ir além do lançamento de um livro convencional, entregando um legado que mantenha viva a identidade de quem contribuiu para o desenvolvimento do estado. Essa linha de atuação conferiu à DIKA um posicionamento singular no mercado local.
O exemplo mais recente é o livro “Hospital de Cirurgia – 100 anos de resiliência e cuidado com os sergipanos”, lançado como parte da programação oficial do centenário do hospital. A obra reúne depoimentos, documentos históricos, imagens raras e relatos de profissionais que ajudaram a consolidar a unidade como um dos principais polos de saúde pública de Sergipe. Ao registrar um século de serviços médicos, ensino e pesquisa, o volume se torna também um instrumento pedagógico para estudantes e pesquisadores.
A DIKA informou que o processo de produção envolveu entrevistas com colaboradores ativos e aposentados, além da consulta a arquivos institucionais e coleções particulares. O resultado é uma narrativa que percorre as diferentes fases da instituição, desde a fundação, em 1926, até os desafios contemporâneos da assistência hospitalar.
A diretora-presidente do Hospital de Cirurgia, Márcia Guimarães, recebeu menção de reconhecimento da editora pela condução das comemorações. A agenda do centenário incluiu cerimônias internas, exposições fotográficas e mesas-redondas sobre inovação em saúde. O lançamento do livro foi apontado como ponto alto da programação por reunir, em um único volume, a memória de médicos, enfermeiros, pacientes e parceiros.
“Acreditamos que toda instituição e toda pessoa que contribui para transformar a sociedade merece ter sua história preservada. Nosso trabalho é pesquisar, organizar, documentar e construir uma narrativa capaz de atravessar gerações”, afirmou a CEO da DIKA, Karina Dias. Ela também agradeceu pela confiança recebida para registrar os 100 anos do Hospital de Cirurgia.
Com apenas um ano de atividade formal, a DIKA já executou outros projetos voltados à valorização do patrimônio cultural sergipano. A editora planeja novas publicações para os próximos meses, sempre com foco em entidades e figuras que marcaram a história local. Ao consolidar essa linha de atuação, a empresa pretende ampliar o acervo de obras disponíveis sobre Sergipe e estimular a preservação de memórias comunitárias.
Para a equipe editorial, obras historiográficas como a do Hospital de Cirurgia funcionam como pontes entre passado e presente, permitindo que conquistas e desafios vividos anteriormente sirvam de aprendizado. A proposta, reiterou a DIKA, é assegurar que contribuições relevantes não se percam com o tempo e permaneçam acessíveis a pesquisadores, estudantes e à população em geral.
Assim, a editora segue fortalecendo o compromisso de registrar experiências que ajudaram a moldar Sergipe, enquanto reforça a importância da documentação organizada para a construção de identidade coletiva.
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