A 11ª edição do Tamo Junto Aracaju marcou, neste sábado, 22, o primeiro ano do projeto com serviços da Semfas no bairro Getúlio Vargas. Moradores tiveram acesso a orientações, inscrições e emissão de documentos.
Em comemoração ao primeiro ano do Tamo Junto Aracaju, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas), levou serviços da assistência social à população neste sábado, 22. A 11ª edição do projeto foi realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) José Antônio Costa de Melo, no bairro Getúlio Vargas.
Durante a ação, os moradores receberam atendimentos e orientações sobre o Cadastro Único, a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA), a Abordagem Social e outras iniciativas da política de assistência social. A proposta foi facilitar o acesso a informações, benefícios e serviços voltados à garantia de direitos.
A programação também contou com uma apresentação das idosas do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) do Cras Gonçalo Rollemberg Leite. Com música, dança e animação, o grupo mostrou um pouco das atividades desenvolvidas nos encontros promovidos pela unidade.
Integrante do SCFV, a idosa Elize Zildes destacou a alegria de participar do momento. “Eu amei estar dançando aqui no Tamo Junto com minhas colegas do Serviço de Convivência. Achei maravilhoso!”, contou.
Segundo o secretário municipal da Família e da Assistência Social, Luciano Paz, a presença da Semfas no projeto reforça a aproximação dos serviços com a população. “A Secretaria da Família e da Assistência Social está aqui para realizar inscrições no Cadastro Único, emissão da CIPTEA e oferecer outros serviços que contribuem para a garantia de direitos e o fortalecimento de vínculos da população em situação de vulnerabilidade social”, destacou.
Entre os moradores atendidos estava a estudante de Marketing Gessiele Evelyn, mãe de uma criança autista. Ela aproveitou a ação para solicitar a CIPTEA do filho. “Eu estava sem tempo para fazer a carteirinha do meu filho por causa do meu horário de trabalho. Então, aproveitei essa oportunidade para garantir o acesso aos direitos dele. Achei bem interessante”, relatou.
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