A queda crônica de cabelo, conhecida como alopecia, acomete aproximadamente 40 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia de Restauração Capilar (ISHRS). A orientação de dermatologistas é buscar ajuda profissional aos primeiros sinais para evitar agravamento do quadro.
Fatores que desencadeiam a doença
A herança genética figura entre as principais causas, mas cirurgias recentes, emagrecimento rápido, infecções, uso de medicamentos emagrecedores e implantes hormonais — como o popular “chip da beleza” — também podem desencadear a condição.
Formas mais frequentes de alopecia
Alopecia androgenética é o tipo mais comum e provoca afinamento progressivo dos fios. Em homens, a perda costuma iniciar nas têmporas e no topo da cabeça; em mulheres, o afinamento é difuso, com maior rarefação na região central do couro cabeludo.
Alopecia areata surge por mecanismo autoimune, formando falhas arredondadas no couro cabeludo, sobrancelhas ou barba, com forte impacto emocional nos pacientes.
Alopecias cicatriciais, como a alopecia de tração, destroem definitivamente os folículos e estão ligadas a penteados muito apertados, uso frequente de chapinhas, secadores e processos químicos.
Diagnóstico e opções terapêuticas
O diagnóstico é clínico e realizado com auxílio de dermatoscópio; em algumas situações, a biópsia confirma o tipo de alopecia. Entre os tratamentos, destacam-se minoxidil tópico, espironolactona oral (para mulheres) e combinações de terapias tópicas, orais ou injetáveis, conforme a gravidade.
Cuidados diários recomendados
Lavar os cabelos conforme o tipo de fio, evitar prendê-los molhados e usar protetores térmicos durante o uso de chapinhas ou secadores são medidas fundamentais. Processos de descoloração não causam queda diretamente, mas enfraquecem a haste capilar e favorecem a quebra.
Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Sergipe, a médica Thâmara Morita lembra que “o cabelo reflete a saúde geral” e reforça a busca por avaliação especializada diante de queda persistente por mais de seis meses.
De acordo com o Ministério da Saúde, algumas formas de alopecia podem estar relacionadas a doenças autoimunes, o que reforça a necessidade de investigação médica completa.
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Resumo: A alopecia tem causas variadas, tratamento individualizado e deve ser diagnosticada precocemente. Procure um dermatologista e compartilhe esta informação para ajudar quem enfrenta o problema.
Com informações de FaxAju
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