As forças de segurança que atuam nos quatro estados da Região Sudeste registraram aumento nas apreensões de armas de uso militar em 2025. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (26) em boletim da Rádioagência Nacional, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
De acordo com a reportagem, fuzis, metralhadoras e outros equipamentos de calibre restrito compõem a maior parte do material retirado de circulação. As apreensões ocorreram em operações conjuntas de polícias Civil, Militar e Federal, além da Polícia Rodoviária Federal, em áreas urbanas e rodovias.
A tendência de alta preocupa autoridades de segurança pública, já que o armamento de uso militar tem maior poder de fogo e costuma ser empregado por organizações criminosas em roubos a carros-fortes, assaltos a bancos e confrontos com a polícia. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo concentram as ocorrências citadas no levantamento.
Embora o boletim desta sexta-feira não detalhe números absolutos nem percentuais, a ampliação das apreensões confirma alertas feitos por especialistas em controle de armas. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o porte e a comercialização desse tipo de armamento são restritos às Forças Armadas, às polícias e a determinados órgãos de Estado.
O governo federal mantém o Sistema Nacional de Armas (Sinarm) e o Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma) para rastrear a circulação de fuzis, metralhadoras e munições de uso restrito. O objetivo é dificultar o desvio de armamento e fortalecer as investigações sobre a cadeia de suprimento do crime organizado.
Para conhecer as regras sobre posse e porte de armamento de uso restrito, o cidadão pode consultar a página oficial do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
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Resumo: dados divulgados pela Rádioagência Nacional indicam aumento nas apreensões de armas de uso militar no Sudeste em 2025; material inclui fuzis e metralhadoras, retirados de circulação por operações conjuntas das forças de segurança. Continue acompanhando nosso site para mais atualizações sobre o tema.
Com informações de Agência Brasil
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