Na manhã desta sexta (4), Polícia Militar, Samu e moradores socorreram um catador no bairro Jardins. A vítima foi encontrada caída, com ferimentos no rosto e no corpo; polícia registrou lesão corporal.
Um catador de materiais recicláveis foi agredido nesta sexta-feira (4), na Alameda A, no bairro Jardins, zona sul de Aracaju. A ocorrência, tratada pela Polícia Militar como lesão corporal, mobilizou equipes de patrulhamento, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e moradores da região.
Segundo a Polícia Militar, o acionamento chegou por meio do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública pouco depois das 10h. Quando a viatura chegou ao endereço indicado, os policiais encontraram o trabalhador caído, com ferimentos visíveis no rosto e em outras partes do corpo. A vítima relatou fortes dores, mas não conseguiu fornecer detalhes sobre o autor nem sobre a motivação da agressão.
Durante o atendimento, agentes colheram depoimentos de pessoas que estavam próximas ao local no momento do ataque. Conforme os policiais, nenhum dos relatos trouxe informações capazes de identificar o responsável pelas agressões. A falta de câmeras de segurança na via também dificulta a obtenção de imagens que possam auxiliar no reconhecimento do suspeito.
O Samu realizou os primeiros procedimentos de imobilização e estancamento de sangramentos ainda na calçada. Em seguida, o homem foi conduzido ao Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) para exames de imagem e avaliação da equipe de traumatologia. Não há, até o fechamento desta reportagem, boletim médico atualizado sobre o estado de saúde do paciente.
Populares afirmam que o catador é figura conhecida no bairro, onde costuma circular empurrando um carrinho de mão para recolher papelão, latas e garrafas plásticas. Ainda de acordo com esses moradores, ele não costuma se envolver em confusões.
A Polícia Militar informou que o caso continuará sob investigação para esclarecer autoria e circunstâncias. Informações que possam contribuir são consideradas essenciais nesta etapa. Por isso, foi reforçado o apelo para que testemunhas entrem em contato com o Disque-Denúncia, pelo número 181. O sigilo da fonte é garantido.
Até o momento não há indicação de que objetos tenham sido levados, nem confirmação se a agressão está ligada a tentativa de roubo, desentendimento pontual ou motivação preconceituosa. Com a apuração em curso, novas diligências e oitivas devem ocorrer nos próximos dias para reunir provas materiais e testemunhais.
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