Campinas (SP), 28 – Aos 40 anos, Cristiano Ronaldo garantiu que só considerará a aposentadoria depois de chegar aos 1.000 gols na carreira. O atacante português, que tem contrato com o Al-Nassr até 2027, acumula 956 gols e precisa balançar as redes mais 44 vezes para atingir a meta.
O compromisso foi reafirmado neste domingo (28), em Dubai, logo após o craque receber o prêmio de Melhor Jogador do Oriente Médio no Globe Soccer Awards. “É difícil continuar jogando, mas a paixão é maior. Quero vencer mais títulos e alcançar o número que todos vocês sabem. E eu vou chegar lá, sem lesões, se Deus quiser”, afirmou.
Fôlego de sobra e números expressivos
No sábado (27), Cristiano marcou duas vezes na vitória do Al-Nassr por 3 a 0 sobre o Al-Okhdood, pela liga saudita. O resultado consolidou o clube como o primeiro do país a vencer as dez primeiras rodadas da competição, somando 30 pontos e liderança isolada. O Santos aparece em segundo, com 26, enquanto o Al-Okhdood ocupa a penúltima posição, com cinco pontos.
Na artilharia do campeonato, Cristiano Ronaldo divide o topo com João Félix: ambos têm 12 gols. O compatriota leva vantagem no número de assistências (2 a 1). Juntos, já anotaram mais gols do que 14 das 18 equipes participantes.
Com contrato em vigor até a temporada 2026/27, o português segue apresentando excelente forma física e mantém a motivação elevada para seguir quebrando recordes.
Com 44 gols de diferença para a marca histórica, Cristiano Ronaldo deixa claro que o fim da carreira ainda terá muitos capítulos — e muitos gols — pela frente.
Dados oficiais da FIFA mostram que o atacante já é o maior artilheiro da história das seleções nacionais, reforçando a ambição por números ainda mais impressionantes.
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Com informações de Futebol Interior
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