Nesta segunda (27), profissionais do DAGV participaram de treinamento do TJSE. O curso reuniu órgãos de proteção para preparar atendimento integrado a crianças e adolescentes vítimas de violência.
Integrantes do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) participaram, nesta segunda-feira (27), da capacitação voltada aos profissionais que atuarão no Protocolo Henry Borel. O treinamento foi promovido pelo Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e reuniu representantes de diversos órgãos que integram a rede de proteção à infância e à adolescência.
A iniciativa tem como objetivo preparar os profissionais para a implementação do protocolo, que prevê um fluxo integrado de atendimento às crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. Entre as ações destacadas está a criação de um canal digital de denúncias, que poderá ser acessado por meio de um QR Code e permitirá o encaminhamento rápido dos casos aos órgãos competentes.
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Durante a abertura da capacitação, a presidente do TJSE, desembargadora Iolanda Guimarães, destacou que a iniciativa reforça o compromisso das instituições com uma atuação humanizada e integrada na proteção da infância. O encontro também contou com a participação de magistrados, servidores do Judiciário e representantes da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), Polícia Militar, Guarda Municipal, Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania (Seasic) e das redes estadual e municipal de educação.
A capacitação é a primeira etapa de treinamento para a execução do Convênio nº 015/2026, firmado entre o TJSE, a SSP e a Seasic, que prevê a implantação do Protocolo Henry Borel em Sergipe. A proposta será iniciada em uma escola da rede estadual e, posteriormente, ampliada para outras unidades de ensino.
O Protocolo Henry Borel estabelece procedimentos padronizados para identificação, acolhimento, escuta especializada, proteção e acompanhamento de crianças e adolescentes em situação de violência, promovendo a atuação integrada entre os órgãos de segurança pública, Justiça, assistência social, saúde e educação. A iniciativa também busca evitar a revitimização, assegurando um atendimento humanizado e o acionamento célere da rede de proteção.
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