Organizações da sociedade civil e do meio acadêmico solicitaram, nesta sexta-feira (3), que o conhecimento científico ganhe posição central nas discussões da 30ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP30). O apelo foi divulgado às 21h01 e tem como objetivo garantir que as decisões climáticas sejam baseadas em evidências robustas.
Os grupos signatários ressaltam que a conferência, marcada para 2025, será decisiva para avaliar o cumprimento das metas estabelecidas no Acordo de Paris e definir novos compromissos de redução de emissões. Para eles, ampliar o protagonismo de pesquisadores pode fortalecer a elaboração de políticas públicas mais eficazes.
O documento entregue às autoridades pede que painéis científicos tenham maior visibilidade na programação oficial, além de sugerir a inclusão de estudos recentes sobre impactos e soluções climáticas. As entidades defendem, ainda, o financiamento de pesquisas e a troca de dados entre governos, universidades e comunidades locais.
De acordo com os signatários, a ciência precisa ser o “fio condutor” das negociações, garantindo transparência e credibilidade aos resultados da COP30. Eles também enfatizam a importância da participação de jovens pesquisadores e populações tradicionalmente afetadas pelas mudanças do clima.
A próxima edição da conferência da ONU sobre clima está prevista para acontecer na Amazônia brasileira, região apontada como estratégica para o debate global sobre conservação e desenvolvimento sustentável.
Para entender como a comunidade internacional estrutura esses encontros, o site oficial da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) reúne informações detalhadas sobre o funcionamento da COP.
No contexto nacional, outras iniciativas relacionadas à pauta ambiental podem ser acompanhadas na seção de Política do nosso portal.
Fique por dentro: a participação ativa da ciência é crucial para decisões climáticas efetivas. Continue acompanhando nossas publicações para saber como o Brasil se prepara para sediar a COP30 e quais serão os próximos passos da comunidade internacional.
Com informações de Agência Brasil
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