Rio de Janeiro (RJ), 17 – Embora o placar de 1 a 1 tenha decretado equilíbrio no tempo regulamentar da final da Copa Intercontinental, os números do confronto entre Flamengo e Paris Saint-Germain indicam superioridade francesa em praticamente todos os quesitos.
Posse de bola e construção ofensiva
De acordo com o levantamento da plataforma de dados Opta, o PSG manteve 62,5% de posse de bola, contra 37,5% do time comandado por Filipe Luís. Esse controle se refletiu em 789 passes completos, sendo 187 no terço final do campo. O Flamengo registrou 473 passes, com 102 próximos à área adversária.
Finalizações e pressão no ataque
O clube parisiense finalizou 23 vezes, nove delas na direção do gol, enquanto os rubro-negros chutaram 11 vezes e acertaram o alvo em apenas duas ocasiões. Dentro da área, a diferença também foi significativa: 15 tentativas do PSG contra cinco do Flamengo.
Métrica de gols esperados
No indicador de gols esperados (xG), que considera a qualidade de cada arremate, o PSG somou 1,92, ao passo que o Flamengo alcançou 1,25. Os franceses ainda acumularam 44 toques dentro da área carioca, contra 21 toques do lado oposto.
Apesar do volume ofensivo maior por parte do Paris Saint-Germain, a equipe brasileira segurou o empate no tempo normal, levando a decisão para os pênaltis.
Informações complementares sobre o conceito de xG podem ser consultadas no relatório técnico da FIFA, que detalha a metodologia adotada pela Opta e por outras empresas de análise de desempenho.
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O confronto reforça a importância da análise estatística no futebol moderno, evidenciando como um placar pode não refletir o domínio de uma das equipes. Continue ligado em nossas atualizações para não perder os próximos desdobramentos do torneio.
Com informações de Futebol Interior
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