A baixa capilaridade do Partido dos Trabalhadores (PT) em São Paulo tem dificultado o avanço de duas eventuais candidaturas para o governo do estado: a do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
Haddad disputou o cargo em 2022 e chegou ao segundo turno, mas foi derrotado pelo atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Desde então, o ministro não confirmou se tentará novamente o Palácio dos Bandeirantes.
Alckmin, por sua vez, afirmou que já governou São Paulo “muitas vezes” e considera que seu legado no posto está concluído, sinalizando resistência a uma nova corrida eleitoral estadual.
Além dos dois nomes ligados ao PT, outras figuras do governo federal surgem nas conversas sobre a sucessão paulista. Estão no radar a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB); a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede); e o ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB). França declarou que toparia disputar, mas ressaltou que a decisão final cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Com quadro fragmentado e um partido ainda buscando força local, a definição sobre quem representará a base governista na próxima eleição paulista segue indefinida.
Com informações de Jovem Pan
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