Anabel tem 17 anos e acabou de perder a avó. Na solidão do luto, ela encontra em Meiko, sua vizinha, um elo inesperado. 'Cinco da Tarde' fala de dor e afeto de um jeito que toca fundo.
A história de “Cinco da Tarde” apresenta a jovem Anabel, de 17 anos, que enfrenta um luto profundo após a morte de sua avó. A trama revela como a dor da perda pode criar laços inesperados entre pessoas que, à primeira vista, parecem diferentes.
Após a morte de sua avó, Anabel se vê em um momento solitário e melancólico. É nesse contexto que ela acaba se aproximando de Meiko, sua vizinha de origem asiática. As duas, inicialmente distantes, vão se entendendo aos poucos, e suas interações se tornam um espaço seguro para compartilhar suas dores.
O filme mostra como, através de olhares e pequenas falas, Anabel e Meiko começam a se abrir uma para a outra. Mesmo em meio a silêncios, a presença da outra se torna um conforto necessário. A narrativa enfatiza que, apesar de suas diferenças, elas compartilham uma experiência comum: o sofrimento pela perda.
As cenas retratam delicadamente esse processo de aproximação, revelando a semelhança entre as duas jovens. O filme é um convite à reflexão sobre como o luto pode unir pessoas em um momento de vulnerabilidade.
“Cinco da Tarde” será exibido no Cine Walmir Almeida, com sessões programadas para hoje, 18 de junho, às 17h30, e no sábado, 20 de junho, às 14h15. Para aqueles que buscam uma história sensível e tocante, a obra promete emocionar e fazer refletir sobre a vida e a morte, além das conexões que podem surgir em momentos difíceis.

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