Fortaleza (CE) – O Fortaleza encaminha, nesta segunda-feira (10), ofício à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para contestar a arbitragem de Jefferson Ferreira de Moraes no empate por 2 a 2 diante do Grêmio, ocorrido no domingo (9), pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O clube se diz prejudicado pela ausência de marcação de pênalti em lance entre os zagueiros Walter Kannemann e Gastón Ávila. Aos 27 minutos do segundo tempo, quando o Grêmio ainda vencia por 2 a 1, Kannemann, na disputa aérea após escanteio, acertou o rosto do adversário com a mão. O árbitro não assinalou falta e o VAR não recomendou revisão.
Pedido de explicações
Em nota assinada pelo CEO Marcelo Paz, o Fortaleza classifica a jogada como “infração gravíssima” e sustenta que, além do pênalti, o defensor gremista deveria ter sido expulso. “Causa perplexidade o fato de o VAR sequer ter chamado o árbitro de campo”, diz o documento.
O clube, atualmente na 19ª colocação da Série A, participará da reunião do Grupo de Trabalho da Arbitragem da CBF para exigir esclarecimentos formais e “providências cabíveis”.
Próximos passos – O protesto será protocolado na entidade ainda hoje, com solicitação de que as comunicações de áudio entre árbitro e assistentes sejam disponibilizadas para análise.
Segundo o Fortaleza, o episódio “interfere diretamente no resultado da partida”, já que a penalidade poderia alterar o placar final.
De acordo com o protocolo oficial do VAR estabelecido pela IFAB, situações de possível pênalti estão entre os quatro tipos de lances que devem ser revisados pela tecnologia.
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Continue acompanhando nossas publicações para saber como a CBF responderá às demandas do Fortaleza e quais impactos isso poderá ter no andamento da competição.
Com informações de Futebol Interior
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