O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes determinou que a Polícia Federal investigue suspeitas de monitoramento ilegal envolvendo integrantes da gestão do prefeito do Recife, João Campos (PSB).
Na mesma decisão, o magistrado suspendeu uma apuração já em curso no Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que tratava do mesmo episódio.
Segundo a investigação inicial, o secretário municipal de Articulação Política e Social seria o principal alvo da suposta espionagem.
Com a ordem de Gilmar Mendes, a PF deverá reunir informações, colher depoimentos e apontar eventuais responsáveis pelo possível monitoramento clandestino.
O ministro justificou o envio do caso à PF ao destacar a necessidade de “preservar a imparcialidade e a abrangência da investigação”, afastando eventuais conflitos locais.
O processo tramitará em sigilo, mas a decisão estabelece prazo para que a corporação apresente relatórios parciais sobre o andamento das diligências.

De acordo com o portal oficial do STF, a Corte tem adotado medidas semelhantes em casos que envolvem autoridades estaduais, a fim de assegurar a isenção das apurações.
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Este caso reforça o debate sobre segurança institucional e fiscalização de agentes públicos, tema que continuará em evidência nos próximos passos da investigação conduzida pela PF.
Com informações de ClaudioDantas.com.br
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