O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) informou neste sábado, 29 de novembro de 2025, que exames laboratoriais apontaram a presença de circovírus em 11 ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii). A detecção foi comunicada pela autarquia federal responsável pela gestão das unidades de conservação e pela proteção de espécies ameaçadas.
Segundo o ICMBio, o resultado foi obtido após análises de rotina realizadas em espécimes mantidos sob cuidado do órgão. As aves passarão por acompanhamento veterinário contínuo para avaliar possíveis impactos e definir eventuais medidas sanitárias adicionais.
A ararinha-azul é considerada uma das espécies mais raras do mundo e símbolo dos esforços de conservação no país. A identificação do circovírus — patógeno que pode comprometer o sistema imunológico de aves — acende alerta sobre os protocolos de biossegurança adotados em centros de manejo.
O instituto não divulgou, até o momento, informações sobre origem do contágio ou alterações no calendário de programas de reprodução e reintrodução da espécie.
Mais detalhes sobre circovírus aviário podem ser consultados no portal do Ministério da Agricultura e Pecuária.
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Com informações de Agência Brasil
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