Brasília – Em anúncio feito na rede social X nesta segunda-feira (23), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou Rogério Ceron como novo secretário-executivo da pasta, posição que o transforma no principal articulador técnico do ministério e indica o rumo das próximas decisões econômicas.
- Em resumo: Ex-chefe do Tesouro assume posto de “braço direito” e puxa uma sequência de trocas no alto escalão.
Por que Ceron foi escolhido?
Ceron ganhou notoriedade ao comandar o Tesouro Nacional durante a gestão de Fernando Haddad, entregando metas fiscais que embasaram o arcabouço econômico. Segundo Durigan, “sua capacidade de entrega” pesou na decisão. Dados do Banco Central mostram que a execução orçamentária de 2023 alinhou-se às projeções após ajustes conduzidos pela equipe de Ceron.
Para ocupar o lugar deixado no Tesouro, Daniel Leal — até então subsecretário de Dívida Pública — foi promovido, garantindo continuidade na administração das contas federais.
“Ninguém faz nada sozinho. Somos um Ministério sério, unido e técnico, trabalhando pela prosperidade das famílias brasileiras”, destacou Durigan.
Como fica o tabuleiro da equipe econômica
Além de Ceron, a professora da USP e especialista em políticas públicas, Úrsula Peres, torna-se secretária-executiva adjunta, reforçando a representação acadêmica na cúpula.
O gabinete ministerial também ganha novos nomes: Fábio Terra assume como chefe de gabinete, enquanto Flavia Renó passa a ser assessora especial. Já Mathias Alencastro liderará a Secretaria de Assuntos Internacionais (SAIN) e Daniele Cardoso comandará a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA).
As nomeações ocorrem dias depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializar Durigan como titular da Fazenda, substituindo Fernando Haddad, agora pré-candidato ao governo paulista.
Crédito da imagem: Divulgação
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