Belo Horizonte – Reconhecida como patrimônio cultural de Minas Gerais, a cachaça ganha espaços exclusivos de preservação e memória em diferentes regiões do estado. Em Salinas, no Norte de Minas, e em Passa Quatro, no Sul, museus reúnem acervos que contam a trajetória da bebida desde o plantio da cana até a degustação dos rótulos mais tradicionais.
Salinas mantém nove salas temáticas
No município de Salinas, um dos polos mais conhecidos da cachaça artesanal, o museu local ocupa nove salas temáticas. Ali, o visitante percorre toda a cadeia produtiva, conhece objetos usados nos antigos alambiques e observa mais de 2.000 garrafas com rótulos variados. O espaço também oferece degustação, reforçando o laço entre a bebida e a história da cidade.
Passa Quatro guarda 3.600 garrafas
No extremo Sul do estado, Passa Quatro mantém outro importante centro de memória. O museu exibe aproximadamente 3.600 garrafas e destaca a influência do solo fértil na expansão dos canaviais. Segundo a instituição, antigos pecuaristas investiram na construção de alambiques, transformando o município em referência na produção de cachaças envelhecidas e saborizadas.
As duas atrações serão apresentadas na edição deste sábado (27/9/2025) do programa Terra de Minas, exibido pela TV Globo em Minas.
Para saber mais sobre o reconhecimento da cachaça como patrimônio cultural, o Ministério da Cultura disponibiliza informações completas sobre o tema.
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Os museus de Salinas e Passa Quatro reforçam a importância de preservar a história da cachaça, mantendo vivas as técnicas artesanais e a identidade cultural de Minas Gerais. Visitar esses espaços é mergulhar em séculos de tradição e sentir de perto o sabor que se tornou símbolo do estado.
Com informações de g1
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