ARACAJU — Nesta segunda-feira, 20, o programa Opera Sergipe concentrou equipes na Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (FBHC) para um mutirão de primeiras consultas que vai viabilizar cirurgias bariátricas e de mamoplastia redutora a 170 sergipanos.
- Em resumo: ação agiliza filas e consolida Sergipe como líder nacional proporcional em cirurgias de mama e bariátrica.
Programa soma mais de 60 mil cirurgias eletivas
Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) mostram que o Opera Sergipe já ultrapassou 60 mil procedimentos de média e alta complexidade desde o lançamento, cobrindo 34 tipos de cirurgias. Desde março de 2023, foram 814 bariátricas e 723 reduções mamárias.
Sergipe aparece, proporcionalmente à população, como o estado que mais realiza esses dois procedimentos.
“O alto índice se deve à atuação do Opera Sergipe. Para muitos, é a realização de um sonho aguardado há anos”, afirmou Jardel Mitermayer, secretário de Estado da Saúde.
Avaliações médicas e exames já agendados
No mutirão, 100 pessoas com obesidade passaram por cirurgião bariátrico, nutricionista e psicólogo, enquanto 70 foram avaliadas por mastologista para a mamoplastia redutora. Todos saíram com os exames pré-operatórios marcados.
“Estamos iniciando a jornada de tratamento de 100 pacientes portadores de obesidade. É o Governo transformando vidas”, disse Raul Andrade, cirurgião bariátrico.
Pacientes relatam expectativa de mudança de vida
Moradores de diferentes cidades enxergam na cirurgia um ponto de virada para saúde e autoestima.

“O peso dos seios me incomoda muito e a cirurgia vai mudar minha vida. Estou muito feliz em dar esse primeiro passo”, declarou Jayne dos Santos, 33, cabeleireira de Lagarto.
“Tenho cardiopatia e problema de coluna por causa da obesidade. A bariátrica representa uma mudança geral, principalmente para o meu psicológico”, afirmou Jéssica Rafaele Leão, 31, enfermeira de São Cristóvão.
“Mesmo me alimentando corretamente, não consigo perder peso. A cirurgia vai me dar agilidade para trabalhar melhor”, frisou Maria Patricia Pedral, 50, professora de Itabi.
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Crédito da imagem: Divulgação / Valter Sobrinho
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