BRASÍLIA/DF – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alerta: ajustes de rezoneamento podem alterar o endereço da urna mesmo que o eleitor permaneça no mesmo bairro, impactando diretamente o deslocamento no dia do pleito.
- Em resumo: mudança administrativa pode trocar zona e seção sem aviso individual.
Por que o rezoneamento acontece?
Para equilibrar o número de eleitores por seção e garantir transparência logística, o TSE redistribui zonas eleitorais quando há crescimento populacional ou fechamento de prédios públicos.
O processo, previsto no Código Eleitoral, busca reduzir filas e facilitar o acesso, mas surpreende quem não atualiza os dados antes da eleição.
“Conferir o domicílio eleitoral a cada pleito é a única forma de evitar deslocamentos desnecessários”, reforça nota técnica do TSE.
Como descobrir seu novo local de votação
O caminho mais rápido é o aplicativo e-Título: na tela inicial já aparecem zona e seção atualizadas. Sem smartphone? O portal do TSE e os sites dos TREs permitem consulta com nome ou CPF. Alguns tribunais ainda mantêm centrais telefônicas para quem prefere atendimento humano.
Baixar o e-Título ou checar o portal é essencial porque, em muitas cidades, escolas foram fechadas ou reformadas após a pandemia, mudando a logística das urnas.
Acessibilidade e impacto na participação
As novas seções priorizam rampas, banheiros adaptados e salas térreas, atendendo ao Programa de Acessibilidade da Justiça Eleitoral. A meta é reduzir abstenções por barreiras físicas e de deslocamento.
Segundo o TSE, cada quilômetro extra até a urna aumenta em até 2% a chance de o cidadão desistir de votar. Daí a urgência em checar o endereço com antecedência.
Crédito da imagem: Divulgação / TSE
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