ARACAJU/SE – Na última quarta-feira, 1º, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) reuniu centenas de profissionais em uma webpalestra relâmpago para reforçar o manejo clínico e a vigilância de dengue, chikungunya e zika, antecipando-se ao período de maior transmissão no verão.
- Em resumo: treinamento mira reduzir complicações e óbitos mesmo fora de epidemias.
Por que antecipar o preparo faz diferença
Com o clima quente e úmido de Sergipe favorecendo mosquitos o ano inteiro, o diretor de Vigilância em Saúde, Marco Aurélio, admitiu que detalhes do protocolo podem “cair no esquecimento” quando não há surtos. A atualização, sustentada por dados do Ministério da Saúde, inclui teste rápido, diagnóstico laboratorial e fluxos de notificação.
O encontro virtual integrou o programa de educação permanente da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública (ESP-SE), ampliando a rede de resposta do SUS estadual.
“As arboviroses fazem parte do nosso dia a dia; reforçar conhecimento é essencial para evitar agravamentos”, enfatizou Marco Aurélio.
Cenário atual e o papel da população
De janeiro a abril, o Núcleo de Endemias da SES já observa circulação viral contínua. A gerente Sidney Sá lembrou que “vigilância e atenção primária precisam caminhar juntas”, destacando a importância de remover criadouros domésticos.
A especialista frisou que o teste rápido agiliza a conduta inicial, mas o exame laboratorial continua decisivo para identificar o sorotipo e orientar bloqueios de foco nos municípios.
Crédito da imagem: Divulgação / Nucom Funesa
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