Quem convive com uma doença rara em Sergipe terá mais visibilidade no dia a dia. A Alese aprovou lei que cria um símbolo de identificação para facilitar o acesso a atendimento e suporte.
Durante a Sessão Plenária desta quinta-feira (18), os deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) aprovaram o Projeto de Lei nº 103/2026. Essa iniciativa, de autoria da deputada, visa estabelecer um símbolo de identificação para pessoas que convivem com doenças raras.
O reconhecimento desse símbolo é fundamental para garantir que as pessoas com condições raras recebam o tratamento adequado e o suporte necessário em diversas situações do cotidiano. O projeto busca não apenas aumentar a visibilidade dessas doenças, mas também promover a inclusão e a sensibilidade da sociedade em relação a essas condições.
Durante a discussão, a deputada destacou a importância do projeto e como ele pode impactar positivamente a vida de milhares de sergipanos. Ela enfatizou que, muitas vezes, as pessoas com doenças raras enfrentam desafios significativos, tanto na busca por diagnósticos precisos quanto no acesso a tratamentos adequados.
“Este símbolo será um importante passo para que as pessoas com doenças raras possam ser reconhecidas e tratadas com dignidade e respeito”, afirmou a deputada durante a apresentação do projeto.
Além de facilitar a identificação das pessoas que possuem essas doenças, o projeto também visa sensibilizar a população e os profissionais de saúde sobre as particularidades e necessidades desses pacientes. A aprovação da proposta é um avanço significativo na luta pelos direitos e pela qualidade de vida dessas pessoas.
Após a aprovação na Alese, o projeto agora segue para sanção do governador, que pode transformar a proposta em lei. A expectativa é que, uma vez sancionada, a implementação do símbolo ocorra de forma ágil, permitindo que as pessoas afetadas por doenças raras possam se beneficiar rapidamente dessa nova identificação.
Com a iniciativa, a Assembleia Legislativa de Sergipe demonstra seu compromisso com a saúde e o bem-estar da população, especialmente de grupos que frequentemente enfrentam dificuldades em serem ouvidos e reconhecidos. A luta por mais direitos e visibilidade para as pessoas com doenças raras é um passo importante em direção a uma sociedade mais justa e inclusiva.
Fonte: Alese
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