No dia 1º de outubro, o hall do Arquivo Judiciário recebeu a mostra com documentos, fotos e relatos que resgatam histórias familiares. Parceria com o Grupo Famílias Sergipanas garante visitação durante todo outubro.
Na quinta-feira, 1º de outubro de 2026, foi aberta no hall do Arquivo Judiciário do Tribunal de Justiça de Sergipe a exposição “Entre nomes, Documentos e Memórias”. A inauguração reuniu servidores do Judiciário, convidados e representantes de instituições dedicadas à preservação da memória e do patrimônio documental do estado.
A mostra nasceu de uma parceria com o Grupo de Genealogia Genética e Documental Famílias Sergipanas, representado pela historiadora e diretora Rosemária de Jesus Santana. Segundo a organização, o material ficará disponível para visitação durante todo o mês de outubro, transformando o espaço judicial em ponto de encontro para quem se interessa por história familiar e identidade cultural.
A programação ganhará novo capítulo em 23 de outubro de 2026, data reservada para a roda de conversa “Ancestralidade, Cultura e Identidade: a Construção da Sergipanidade a partir da Elaboração de Árvores Genealógicas em Sergipe”. A atividade ocorrerá no auditório do Arquivo Judiciário e pretende aproximar pesquisadores, estudantes e público em geral, estimulando trocas de experiências sobre técnicas de pesquisa e relatos pessoais.
A iniciativa integra as ações alusivas ao mês da Sergipanidade. O objetivo, segundo os organizadores, é ampliar o acesso da sociedade ao acervo documental preservado pelo Tribunal, fomentar o debate sobre ancestralidade e reforçar o sentimento de pertencimento entre os sergipanos.
Ao abrir a coleção para o público, o Tribunal de Justiça busca demonstrar como documentos judiciais e administrativos podem servir de ponto de partida para pesquisas de árvore genealógica. A expectativa é que a exposição desperte o interesse de escolas, universidades e cidadãos que desejam reconstruir trajetórias familiares ou compreender melhor os processos históricos que moldaram Sergipe.
Quem tiver interesse em visitar “Entre nomes, Documentos e Memórias” pode se dirigir ao hall do Arquivo Judiciário até o fim de outubro. Já a participação na roda de conversa do dia 23 dependerá da disponibilidade de lugares, mas permanece aberta à comunidade acadêmica e ao público em geral. A organização acredita que transformar o Arquivo Judiciário em espaço de diálogo sobre identidade reforça a importância de preservar e difundir a documentação histórica que ajuda a contar a história do povo sergipano.
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