Uma propriedade localizada em Engenheiro Schmitt, distrito de São José do Rio Preto (SP), transformou oito hectares de estufas em referência internacional na produção de mudas ornamentais. Sob a direção da CEO Lucilene Anatriello, o empreendimento cultiva mais de 600 variedades de crisântemo e envia 85% de sua produção para clientes em mais de 30 países.
Volume e tecnologia
A empresa mantém as plantas nas estufas por até dois anos, período em que controla rigorosamente temperatura, umidade e iluminação. Todas as mudas recebem identificação por QR Code, facilitando o rastreamento e garantindo a qualidade desde a germinação até o envio.
Com quase dois hectares dedicados a viveiros, o negócio alcança uma média anual de 15 milhões de mudas, volume que sustenta parte considerável da demanda externa por flores brasileiras.
Emprego e renda
Além da relevância no comércio exterior, a produção gera oportunidades na região. Atualmente, mais de 80 funcionários atuam na manutenção das estufas, na seleção das variedades e na preparação dos lotes para exportação.
De acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), a cadeia de floricultura movimenta aproximadamente R$ 9 bilhões por ano no Brasil, contribuindo para a geração de renda e diversificação da produção agrícola.
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Este conteúdo destaca a força da floricultura brasileira e o impacto econômico de uma única propriedade que, ao combinar tecnologia e diversidade, impulsiona exportações e cria empregos. Acompanhe nossas próximas reportagens para saber como outras regiões têm inovado no agronegócio.
Com informações de g1
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