O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou nesta quinta-feira, 30 de outubro de 2025, que o Brasil ainda não pode abdicar do uso de combustíveis fósseis. A afirmação foi feita durante agenda oficial em Brasília, na qual o chefe do Executivo voltou a defender uma transição energética “gradual e responsável”.
Segundo Lula, embora o governo reforce investimentos em fontes renováveis, como solar e eólica, a atual matriz energética brasileira ainda exige petróleo e gás natural para garantir o abastecimento e a estabilidade do sistema. “Não podemos simplesmente desligar o interruptor dos fósseis da noite para o dia”, pontuou.
O presidente destacou que o plano federal de transição prevê metas para reduzir a participação do petróleo e do carvão na geração de energia, mas reforçou que a mudança dependerá de infraestrutura, financiamento e segurança do fornecimento. “Temos o compromisso com a descarbonização, mas precisamos fazê-lo sem comprometer o desenvolvimento econômico e a inclusão social”, acrescentou.
Na avaliação do governo, o equilíbrio entre investimentos em energias limpas e a manutenção temporária dos fósseis é fundamental para evitar impactos negativos sobre indústria, transporte e serviços essenciais.
De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (IEA), combustíveis fósseis ainda representam cerca de 60% da matriz energética global, cenário que reforça a complexidade do desafio apresentado por Lula.
Para acompanhar outras iniciativas e anúncios do governo federal, acesse a editoria de Política e fique por dentro das atualizações.
Continue acompanhando nossas publicações para saber como o debate sobre energia e sustentabilidade avança no país.
Com informações de Agência Brasil
Siga o SE Por Dentro e entre no nosso grupo de notícias.








