Rio de Janeiro – A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pretende colocar em campo, a partir de 2026, pelo menos 30 árbitros sob contrato profissional exclusivo para a Série A do Campeonato Brasileiro. A meta foi detalhada por Rodrigo Cintra, chefe da Comissão Nacional de Arbitragem, durante o 1º Encontro de Executivos do Futebol, realizado nesta segunda-feira (1º), na sede da entidade.
Como será implantado
O plano faz parte da criação do Núcleo de Profissionais de Arbitragem, que começará a funcionar já na temporada de 2025. Segundo Cintra, o quadro poderá dobrar em 2027, quando a iniciativa deve abranger também a Série B, chegando a até 60 juízes contratados.
Modelo inspirado em ligas internacionais
A proposta adota referências de programas em vigor na Inglaterra, Itália, Espanha e na Major League Soccer (Estados Unidos). Cada árbitro receberá salário fixo, passará a ter contratos anuais e rotina semanal de treinamentos. A CBF estuda ainda o pagamento de bônus por partida.
Suporte completo aos profissionais
Além da remuneração, o projeto prevê acompanhamento psicológico, orientação nutricional e preparação física permanente. Cursos de qualificação devem ser oferecidos aos demais árbitros do quadro nacional para padronizar atuações e permitir futuras promoções.
Reação às recentes polêmicas
As discussões pela profissionalização ganharam força após episódios controversos na arbitragem da Série A em 2023. Em outubro, a CBF instituiu um Grupo de Trabalho que entregará relatório com sugestões de melhorias até janeiro de 2024.
Os valores dos salários ainda não foram divulgados pela entidade.
Com dados da FIFA, a profissionalização da arbitragem é tendência mundial em grandes ligas.
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O avanço do projeto reforça a intenção da CBF de elevar o nível da arbitragem brasileira; siga nossas próximas publicações e fique por dentro das novidades.
Com informações de Futebol Interior
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