Brasília – Ao longo de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determinaram a retirada do mercado de 25 marcas de azeite de oliva ou de lotes específicos, por irregularidades que vão de adulteração à ausência de registro no Brasil.
Fraude em composição leva à última suspensão
A mais recente medida, publicada em novembro, barrou lotes das marcas Royal, Godio, La Vitta e Santa Lucia. Amostras coletadas pela fiscalização indicaram a presença de óleos vegetais de outras espécies, prática que caracteriza fraude e torna o produto impróprio para consumo.
Principais causas das proibições
De acordo com o governo federal, as suspensões ao longo do ano ocorreram, principalmente, pelos seguintes motivos:
- importação ou distribuição feita por empresas sem CNPJ no país;
- adulteração ou falsificação do conteúdo;
- presença de óleos vegetais diferentes do declarado no rótulo;
- instalações que não atendem às exigências sanitárias;
- informações de rotulagem fora do padrão;
- ausência de licenciamento junto à autoridade sanitária competente;
- falta de comprovação sobre a origem ou a composição do produto.
Orientação ao consumidor
O Mapa afirma que vender azeites fraudados constitui infração grave. Quem já adquiriu produtos proibidos deve suspender o consumo imediatamente e exigir a substituição conforme o Código de Defesa do Consumidor. Denúncias podem ser registradas no canal oficial Fala.BR.
Como conferir a regularidade do azeite
A Anvisa mantém uma ferramenta on-line para consulta de produtos irregulares. Basta inserir o nome da marca no campo “Produto”. Já o Cadastro Geral de Classificação do Mapa permite verificar se a empresa responsável pelo azeite tem registro obrigatório, condição exigida para processamento, industrialização ou embalagem.
Dicas de compra
O Ministério orienta desconfiar de preços muito baixos, evitar azeite vendido a granel e checar se a marca aparece em listas de proibição ou de falsificação.
Com 25 marcas retiradas das prateleiras em 2025, o governo reforça que a verificação do rótulo, da procedência e dos registros oficiais é a melhor forma de garantir segurança ao consumidor.
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Fique atento: salve este conteúdo e consulte as listas oficiais antes da próxima compra de azeite.
Com informações de G1
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