Tbilisi, Geórgia – Em plena retomada pós-cirurgia e competindo em nova categoria, o judoca brasileiro Guilherme Schimidt (-90 kg) conquistou, no último domingo (22), a medalha de bronze no Grand Slam de Tbilisi ao imobilizar o uzbeque Nurbek Murtozoev até o ippon, resultado que reforça sua corrida por pontos no ranking mundial.
- Em resumo: Schimidt soma sua 2ª medalha internacional em apenas quatro torneios desde a operação.
Por que o ippon vale mais que o pódio
A vitória relâmpago sobre Murtozoev não só garantiu o terceiro lugar, mas também importantes pontos na classificação da Confederação Brasileira de Judô e da Federação Internacional. Cada ippon em Grand Slam rende bônus e pode ser decisivo na briga por vagas olímpicas.
O resultado evidencia a rápida adaptação de Schimidt ao peso médio, categoria que exige maior força sem perder velocidade, desafio extra após meses de recuperação cirúrgica.
“Esta foi a segunda medalha internacional dele em quatro competições que disputou até o momento, desde que retornou de cirurgia em nova categoria de peso.”
Delegação brasileira e próximos passos
Dos cinco atletas enviados à capital da Geórgia, o melhor desempenho além do bronze foi o sétimo lugar de Shirlen Nascimento (-57 kg). Michel Augusto (-60 kg), Willian Lima (-66 kg) e Daniel Cargnin (-73 kg) caíram na estreia.
Agora, o Circuito Mundial faz pausa até maio, quando retorna com outra etapa de Grand Slam. Antes disso, a seleção definirá, em seletiva marcada para 1º de abril em São Paulo, quem lutará no Campeonato Pan-Americano entre 18 e 20 do mesmo mês.
Crédito da imagem: Divulgação
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