Aracaju/SE – Em cerimônia oficial, o Governo do Estado diplomou cinco novos Patrimônios Vivos da cultura popular sergipana, reforçando a urgência de manter vivas técnicas, cantos e costumes que correm risco de desaparecer.
- Em resumo: título vitalício reconhece cinco mestres e assegura continuidade de saberes tradicionais.
Por que o selo de Patrimônio Vivo é decisivo
Ao receberem o diploma, os mestres passam a integrar um seleto rol de guardiões culturais, estatuto que ressoa no Ministério do Turismo como ferramenta estratégica de preservação de identidades regionais.
O reconhecimento estadual melhora a visibilidade dos saberes transmitidos de geração em geração—do toque do tambor às tramas do couro—e amplia o acesso dos mestres a editais e ações formativas.
Reconhecimento celebra contribuição de cinco mestres e garante continuidade de saberes tradicionais.
Impacto direto nas comunidades e no futuro cultural
No interior e na capital, grupos folclóricos dependem da atuação desses mestres para manter viva a memória coletiva. Cada certificado funciona como escudo contra o esquecimento e como gatilho para que jovens aprendam ofícios que sustentam a economia criativa local.
A nova safra de Patrimônios Vivos também serve de ponte entre escolas públicas e comunidades, facilitando oficinas que colocam estudantes em contato com histórias contadas fora dos livros.
Crédito da imagem: Divulgação
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