Secretaria de Estado da Saúde (SES-SE) — Nesta quarta-feira (6/5), o órgão estadual reuniu técnicos de todos os 75 municípios em uma Oficina de Qualificação da Vigilância Integrada dos Vírus Respiratórios, iniciativa voltada a padronizar notificações, agilizar investigações e fortalecer o diagnóstico em Sergipe.
- Em resumo: treinamento cria fluxo único entre municípios, hospitais e Lacen para resposta mais rápida a vírus sazonais.
Fluxos unificados em toda a rede
Organizada pela Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e pela Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE), a oficina alinhou ações entre coordenações municipais, unidades hospitalares e o Laboratório Central (Lacen). Segundo a SES-SE, o objetivo é integrar todos os níveis de atenção, garantindo diagnósticos seguros e comunicação eficiente.
Participaram coordenadores de vigilância epidemiológica, equipes de vigilância hospitalar, representantes do Serviço de Verificação de Óbito (SVO) e demais setores estratégicos.
“A gente precisa criar fluxos bem definidos entre hospitais, municípios e estado para melhorar o acompanhamento dos casos e fortalecer a vigilância dos vírus respiratórios em Sergipe. A vacina já está disponível para os grupos prioritários e é fundamental para evitar formas graves da doença. A gente não pode deixar de reforçar essa conscientização”, afirmou Mariana Rosário, responsável técnica da Vigilância dos Vírus Respiratórios da SES.
Capacitação foca em diagnóstico rápido
Os profissionais revisaram protocolos para detecção precoce e manejo laboratorial de amostras, passo decisivo para respostas imediatas do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado.
“É importante entender os fluxos e o manejo correto dos casos, principalmente no laboratório, porque um diagnóstico feito da forma adequada garante mais segurança e suporte ao paciente. Muita gente encara como uma gripe simples e continua circulando normalmente. Mas medidas como uso de máscara quando estiver gripado, lavagem das mãos e procurar atendimento quando necessário continuam sendo fundamentais”, explicou Aline Marinho, biomédica.

“Quando todos os serviços trabalham da mesma forma, conseguimos melhorar a vigilância, o diagnóstico e a resposta aos casos suspeitos de vírus respiratórios”, destacou Cliomar Alves, superintendente do Lacen.

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Crédito da imagem: Divulgação / SES-SE
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