Na manhã deste domingo, 28 de junho, policiais do 7º Batalhão da Polícia Militar de Sergipe (7º BPM) efetuaram a prisão de um homem suspeito de violência doméstica no Povoado Sobrado, zona rural de Lagarto, Centro-Sul do estado. De acordo com a corporação, a ocorrência começou quando a vítima procurou a sede do batalhão e relatou ter sido atacada pelo companheiro com golpes de facão.
Segundo o boletim policial, a mulher apresentava hematomas nas costas e afirmou que o agressor também havia retido a bolsa onde estavam seus documentos pessoais, recusando-se a devolvê-la. Diante da gravidade do relato, uma guarnição se deslocou imediatamente ao endereço informado para averiguar a situação.
No local, os militares localizaram o suspeito, que, ainda conforme a PM, admitiu ter desferido os golpes. Durante a abordagem, ele indicou aos policiais um estábulo da própria residência, onde havia escondido o facão utilizado na agressão e a bolsa da vítima. Os objetos foram apreendidos e recolhidos como prova material do crime.
Após a confirmação dos fatos, a vítima foi encaminhada a uma unidade hospitalar da região para avaliação e cuidados médicos. Já o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia Regional de Lagarto, onde permanecia à disposição da autoridade policial para as providências legais cabíveis.
O 7º BPM reforçou que denúncias de violência doméstica podem ser feitas a qualquer momento pelo telefone 190 ou presencialmente em qualquer unidade da Polícia Militar. A corporação orienta as vítimas a não hesitar em buscar ajuda, pois o atendimento é prioritário sempre que há risco iminente.
Violência doméstica é crime previsto na Lei Maria da Penha, que garante medidas protetivas e assistência às vítimas. Em Sergipe, delegacias especializadas e o Núcleo de Atendimento à Mulher funcionam para registrar ocorrências, oferecer apoio psicológico e encaminhar pedidos de proteção judicial.
Com a prisão realizada neste domingo, a Polícia Militar busca reforçar a pronta resposta contra agressões dentro do lar, destacando a importância da denúncia para interromper o ciclo de violência.
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