A prefeita Emília Corrêa conheceu, nesta quarta-feira (26), o projeto para transformar o Palácio Inácio Barbosa em um complexo cultural no Centro Histórico de Aracaju.
A prefeita Emília Corrêa conheceu nesta quarta-feira, 26, o projeto arquitetônico e museográfico previsto para o Palácio Inácio Barbosa, em Aracaju. A proposta é transformar o prédio em um complexo integrado de cultura, memória, administração e convivência, reunindo diferentes equipamentos em um mesmo conjunto histórico.
Durante o encontro, foi apresentado o masterplan, que detalha a ocupação e a funcionalidade dos ambientes. No prédio principal do Palácio Inácio Barbosa, o pavimento térreo abrigará o Museu do Centro Histórico de Aracaju. No primeiro andar, funcionará a Secretaria Municipal da Cultura e, no segundo, o Gabinete Especial da Prefeitura. O conjunto receberá o nome de Palácio Museu Inácio Barbosa.
O projeto também prevê a recuperação e integração do anexo lateral, outra edificação centenária que faz parte do complexo. No espaço onde funcionava o antigo Recreio Clube, será instalado o Café Recreio Clube. O local ainda contará com um cine-teatro, ampliando a vocação cultural da área.
Para a prefeita Emília Corrêa, a iniciativa representa um passo importante para preservar a memória da capital, valorizar a identidade do povo aracajuano e dar novos usos aos espaços históricos da cidade.
“Estamos falando da identidade do povo de Aracaju. É um projeto que preserva a nossa história, mas que também olha para o futuro. O Palácio Inácio Barbosa será um espaço vivo, de cultura, memória, convivência e serviços, aberto para a população. Queremos que as pessoas conheçam, valorizem e vivenciem a nossa história. Um legado lindo que queremos deixar”, destacou a prefeita.
Segundo o secretário municipal da Cultura, Paulo Corrêa, a proposta amplia a função do conjunto histórico e contribui para fortalecer a preservação da memória e da identidade da cidade.
“A proposta é preservar essa memória, mas, ao mesmo tempo, devolver esse espaço à população com novos usos, fazendo com que ele seja ocupado, vivido e valorizado. É uma forma de fazer com que a história dialogue com o presente e continue fazendo parte da vida das pessoas. Mais do que restaurar um prédio histórico, estamos criando um espaço de memória, cultura e convivência. Queremos que o aracajuano se reconheça nesse lugar, conheça a sua história e tenha orgulho desse patrimônio que pertence a todos nós”, resumiu Paulo.
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