Segundo o senador, parte dos repasses foi feita sem pedido de prefeito ou negociação
Todos os 75 municípios sergipanos receberam recursos do mandato, muitas vezes sem pedido de prefeito ou negociação, afirmou o senador Delegado Alessandro Vieira (MDB) durante agenda no interior.
O senador Delegado Alessandro Vieira (MDB), candidato à reeleição, percorreu na segunda-feira, 21, os municípios de Aquidabã, Porto da Folha e Feira Nova, em uma agenda que combinou entrevistas, contato com moradores e reuniões com lideranças políticas. Em Aquidabã, participou do Jornal da Manhã, da Aquidabã FM, e caminhou pela feira do município ao lado do deputado estadual Adailton Martins e de vereadores locais.
Para o senador, a presença nos municípios também permite mostrar que a atuação não depende de relações políticas ou do apoio de prefeitos. “Uma coisa que a gente está mostrando é um trabalho diferente. Nossa construção política é baseada em entrega, não é baseada em força, nem em apadrinhamento. Todos os 75 municípios receberam recursos. Muitas vezes, sem pedido de prefeito, sem negociação, porque o recurso é público e o mandato tem que trabalhar para o cidadão”, afirmou.
Os recursos em cada município
Ao longo do mandato, segundo a assessoria, Aquidabã recebeu quase R$ 6 milhões em recursos destinados pelo senador para áreas como saúde, agricultura, esporte e abastecimento de água — entre eles, mais de R$ 2 milhões para a saúde e R$ 750 mil para equipamentos e custeio da Fundação Médica Santa Cecília. Porto da Folha recebeu cerca de R$ 7 milhões, com recursos para saúde, segurança, agricultura, abastecimento de água, iluminação pública e estruturação da Guarda Municipal e da SMTT. Em Feira Nova, foram mais de R$ 4 milhões, incluindo a reforma e ampliação da Clínica de Saúde da Família Maria Rosa dos Santos, equipamentos para unidades básicas, ambulância, trator e pavimentação.
Durante a visita a Porto da Folha, o candidato destacou a importância de o eleitor avaliar o histórico de quem pede o voto. “O Brasil é um país onde não falta dinheiro. No Brasil, às vezes, falta gente honesta para tomar conta do dinheiro. O eleitor precisa olhar quem está pedindo o voto, olhar o que essa pessoa fez, qual é a sua história e qual é a capacidade que ela tem de representar Sergipe”, disse. Sobre a própria trajetória, completou: “Eu entrei na política porque achei que em Brasília e aqui em Sergipe pouca gente fazia o que eu achava importante fazer: defesa da sociedade, honestidade e combate à corrupção. Estou voltando agora para mostrar o que foi feito, mas também para dizer que falta muita coisa”.
Com informações da assessoria
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