Boston, EUA – A Seleção Brasileira entra em campo às 17h (de Brasília) desta quinta-feira (26) no Gillette Stadium para o amistoso contra a França, duelo que inaugura a fase final de preparação rumo à Copa do Mundo de 2026 e servirá como termômetro imediato para o ousado esquema ofensivo de Carlo Ancelotti.
- Em resumo: Técnico mantém quarteto de ataque e testa defesa sem Marquinhos diante de Mbappé.
Por que o amistoso vale mais que um simples teste
Ao encarar um dos favoritos ao título, Ancelotti mede forças contra um estilo de jogo parecido com o que o Brasil poderá enfrentar já na estreia do Mundial. Para o italiano, o jogo é a ocasião perfeita para afinar o entrosamento dos quatro homens de frente – Raphinha, Matheus Cunha, Vinicius Júnior e Martinelli – e avaliar se o meio-campo com Casemiro e Andrey Santos dará sustentação defensiva necessária.
Do outro lado, a França traz a ameaça direta de Kylian Mbappé, artilheiro da última temporada europeia. O próprio treinador adiantou que o astro receberá marcação especial, mas sem abrir mão da proposta ofensiva. A estratégia ecoa a tendência das últimas Copas, em que seleções campeãs apresentaram média superior a dois gols por jogo, segundo dados da FIFA.
“Queremos controlar o jogo, defender bem e mostrar a qualidade que os quatro da frente têm”, cravou Ancelotti na coletiva da véspera.
Escalação provável e próximos desafios
Com dores no quadril, Marquinhos está fora. O substituto deve ser Ibañez, do Al Ahli, formando a zaga com Léo Pereira. A formação mais cotada: Ederson; Wesley, Ibañez, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro, Andrey Santos; Raphinha, Matheus Cunha, Vinicius Júnior e Martinelli.
Após Boston, o Brasil encara Croácia (31 de março, Orlando), Panamá (31 de maio, Maracanã) e Egito (6 de junho, Cleveland). Já no Mundial, a Seleção estreia contra Marrocos em 13 de junho, segue com Haiti e fecha a fase de grupos diante da Escócia.
Crédito da imagem: Divulgação / Agência Brasil
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