Os brasileiros que já contribuíam com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) antes da reforma previdenciária de novembro de 2019 terão regras mais rígidas para se aposentar a partir de 1º de janeiro de 2026. A etapa faz parte do regime de transição que, ano após ano, eleva gradualmente as exigências até 2031.
Idade mínima sobe seis meses
Nesse novo ciclo, a idade mínima aumenta novamente:
- Mulheres: 59 anos e seis meses;
- Homens: 64 anos e seis meses.
Tempo de contribuição permanece
O período mínimo de pagamentos ao INSS não muda: 30 anos para mulheres e 35 anos para homens.
Pontuação exigida também cresce
Pela regra que soma idade e tempo de contribuição, a pontuação mínima passará a 93 para mulheres e 103 para homens em 2026.
Cinco regras de transição em vigor
- Tempo de contribuição + idade mínima: idade sobe seis meses por ano; contribuição de 30/35 anos.
- Por idade: 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens), com ao menos 15 anos de contribuição.
- Pedágio de 50%: destinado a quem estava a até dois anos da aposentadoria em 2019; exige idade mínima de 57 anos (mulheres) e 60 anos (homens) e trabalho adicional equivalente a metade do tempo restante.
- Pedágio de 100%: obriga o segurado a cumprir integralmente o tempo que faltava antes da reforma, mas pode gerar benefício maior.
- Regra dos pontos: soma de idade e contribuição, com novos patamares de 93/103 em 2026.
Simulador do INSS
O Meu INSS oferece um simulador que indica quanto tempo falta para se aposentar. Após acessar o portal com CPF e senha, basta digitar “Simular Aposentadoria”, conferir as possibilidades de cálculo e, se quiser, baixar o relatório em PDF. O resultado é apenas indicativo e não garante concessão do benefício.
Com informações de G1
Para acompanhar documentos oficiais e orientações detalhadas, o segurado pode consultar o portal do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Outras reportagens sobre decisões que impactam o bolso do trabalhador estão disponíveis na seção Política do nosso site.
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