ESTREITO DE ORMuz — Às 2h15 (horário de Brasília, UTC-3), a interrupção do tráfego no Estreito de Ormuz, passagem por onde circula grande parte do petróleo e do gás do planeta, elevou o nível de alerta entre governos e mercados.
- Em resumo: ONU diz que a paralisação “asfixia” a economia mundial.
Tráfego suspenso pressiona economia mundial
O secretário-geral da ONU classificou a restrição de “asfixiante” para o comércio internacional. Segundo a entidade, o estrangulamento da rota já encarece fretes, pressiona preços de combustíveis e desorganiza cadeias de produção. Economistas lembram que, de cada cinco barris exportados globalmente, quase um passa pelo estreito.
Para acompanhar o impacto nos indicadores, analistas recorrem a dados do IBGE, que monitoram a variação de preços e balança comercial.
Recuperação pode levar meses
A ONU alerta que, mesmo se o bloqueio for revertido rapidamente, a normalização das rotas pode demorar meses, sobretudo para países em desenvolvimento que dependem de importações de derivados e fertilizantes. As nações mais vulneráveis enfrentam risco de inflação, redução do estoque de combustíveis e queda na geração de energia.
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