WASHINGTON, 7 de janeiro de 2026 – A petroleira norte-americana Chevron está negociando com autoridades dos Estados Unidos a ampliação de uma licença que já lhe permite operar na Venezuela, informaram quatro fontes ouvidas pela agência Reuters.
O aval adicional buscado pela empresa permitiria:
- elevar o volume de petróleo bruto enviado às próprias refinarias nos EUA;
- comercializar o produto para compradores de terceiros, intensificando as exportações a partir de território venezuelano.
Contexto das conversas
As tratativas ocorrem paralelamente às discussões entre Washington e Caracas para o fornecimento de até 50 milhões de barris de petróleo venezuelano aos Estados Unidos. O presidente Donald Trump pressiona empresas do país a investirem no setor de energia da nação sul-americana.
Atualmente, a Chevron é a única grande petroleira norte-americana com operações no país caribenho, amparada por uma autorização que a isenta de sanções impostas pelo governo dos EUA à Venezuela. De acordo com três fontes da indústria, a Casa Branca também incentiva outras companhias dos Estados Unidos a participarem das exportações venezuelanas.
A licença existente foi concedida pelo Departamento do Tesouro e renovada em ocasiões anteriores. A eventual ampliação ainda precisa do aval final do governo norte-americano.
O avanço das negociações pode aliviar parte das restrições comerciais aplicadas a Caracas desde 2019, quando Washington intensificou as sanções contra o setor petrolífero venezuelano. Informações detalhadas sobre o regime de sanções podem ser consultadas no site oficial do Departamento do Tesouro dos EUA.
Não há previsão de quando uma decisão será anunciada. A Chevron e o governo norte-americano não comentaram publicamente o teor das conversas.
Para acompanhar outras notícias sobre o cenário internacional e seus impactos na economia, visite a seção Internacional do nosso portal.
Este foi um resumo dos desdobramentos em torno da Chevron e da política energética dos Estados Unidos na Venezuela. Continue acompanhando nossas atualizações para ficar por dentro dos próximos movimentos.
Com informações de G1
Siga o SE Por Dentro e entre no nosso grupo de notícias.








