O conflito armado na Faixa de Gaza alcançou hoje, terça-feira (7), a marca de dois anos de duração, com um saldo acumulado de mais de 67 mil mortos, conforme números divulgados pela Rádio Agência Nacional.
A escalada bélica começou em outubro de 2023 e, desde então, assola o enclave palestino com sucessivas ofensivas e contra-ataques que também provocaram destruição em larga escala e agravamento das condições humanitárias.
Ao completar o segundo ano, organizações internacionais voltaram a pedir cessar-fogo imediato e acesso irrestrito de ajuda humanitária, alertando para o risco de colapso nos serviços básicos de saúde, água e energia na região.
Entidades de direitos humanos reiteram que a população civil segue sendo a principal vítima dos confrontos, enquanto esforços diplomáticos internacionais ainda não conseguiram avançar em direção a um acordo permanente.
Relatórios recentes das Nações Unidas, disponíveis no site oficial da organização, apontam para um aumento constante de deslocamentos internos e para a necessidade urgente de proteção aos civis (ONU).
No Brasil, o Itamaraty tem reiterado apoio a iniciativas que busquem a solução negociada e a garantia de corredores humanitários. Até o momento, o governo brasileiro não registrou vítimas nacionais no conflito.
Com dois anos de hostilidades, a perspectiva de pacificação permanece distante, enquanto comunidades locais e organismos internacionais reforçam os apelos por diálogo e proteção à população.
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Resumo: O embate na Faixa de Gaza completa dois anos e soma mais de 67 mil mortos, mantendo a comunidade internacional em alerta. Continue acompanhando nossa cobertura para novos desdobramentos.
Com informações de Agência Brasil




