SÃO PAULO/SP – Em nova reviravolta na polêmica que envolve a cantora Chappell Roan, o segurança apontado por fazer a enteada do jogador Jorginho chorar durante o Lollapalooza Brasil não integrava a equipe da artista, segundo nota enviada recentemente ao portal LeoDias.
- Em resumo: assessoria afirma que Pascal Duvier estava contratado por outro cantor enquanto acontecia o festival.
Por que o nome de Pascal Duvier entrou na história?
O alemão, famoso por já trabalhar com estrelas internacionais, foi identificado como o agente que teria abordado Ada Law, de 11 anos, após a menina demonstrar admiração à distância por Chappell Roan no hotel onde artistas do Lollapalooza, evento que movimenta o turismo musical, estavam hospedados.
Testemunhas relatam ter visto Duvier nos bastidores do show de Sabrina Carpenter, reforçando a versão de que sua missão, naquele dia, era proteger a voz de “Espresso”, não Chappell Roan.
“Ao contrário do que foi publicado, Pascal Duvier não era o segurança pessoal de Chappell Roan no Brasil. Pascal estava no local acompanhando outro artista”, diz a nota oficial.
Versões contraditórias e o impacto na imagem dos envolvidos
O episódio ganhou força nas redes quando Jorginho relatou que a filha chorou após ser repreendida de forma “agressiva”. Chappell Roan reagiu, negando ter presenciado a cena e pedindo desculpas pelo constrangimento, embora reforçasse que não autorizou qualquer abordagem.
Horas depois, Catherine Harding, mãe de Ada, gravou vídeo contestando parte da fala da cantora e cobrando responsabilidade sobre “quem acompanha uma figura pública”. Agora, a declaração da assessoria adiciona mais uma camada de dúvida: se Duvier trabalhava para Sabrina, por que interveio numa situação que não envolvia sua cliente?
Para especialistas em gestão de crises, divergências públicas podem afetar contratos futuros e a percepção de fãs, sobretudo em eventos internacionais de grande visibilidade.
Crédito da imagem: Divulgação
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