O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (03/01/2026) que o governo norte-americano assumirá a administração da Venezuela até que ocorra uma “transição justa” no país sul-americano. O pronunciamento foi feito em Washington, horas depois de uma ofensiva militar de larga escala anunciada pelo próprio Trump pela manhã.
Segundo informações da Agência Brasil, a operação partiu de 20 bases e contou com o emprego de 150 aeronaves. No início do dia, às 10h59, Trump confirmara o ataque e, duas horas depois, às 13h39, disse que os Estados Unidos terão “grande envolvimento” no setor de petróleo venezuelano.
Repercussão regional
O governo brasileiro acompanha os desdobramentos do conflito. O Palácio do Planalto informou que monitora eventuais consequências econômicas e humanitárias na fronteira norte. Em pronunciamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a ação norte-americana como “afronta gravíssima à soberania” da Venezuela.
Especialistas consultados pela Agência Brasil apontam que os interesses estratégicos dos EUA incluem a estabilidade política na região e o acesso às reservas de petróleo venezuelanas, entre as maiores do mundo.
Em nota, o Departamento de Estado dos EUA reiterou que a intervenção tem como objetivo “restaurar a democracia” e garantir a realização de eleições livres — posição alinhada ao discurso de Trump sobre a “transição justa”.
Mais detalhes sobre a operação militar e reações de governos sul-americanos devem ser divulgados ao longo do fim de semana.
Com informações de Agência Brasil
De acordo com o Departamento de Estado dos EUA, Washington mantém mais de 30 representações diplomáticas na América Latina, o que demonstra o peso estratégico atribuído à região.
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