Aracaju – A Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap) encerrou 2025 com uma sequência de grandes eventos que movimentaram o estado, atraíram públicos expressivos e injetaram recursos na economia criativa local.
Ciclo Junino investe R$ 48 milhões
Durante 60 dias, o Ciclo Junino transformou Sergipe em vitrine regional do forró. Foram realizados o Arraiá do Povo, Vila do Forró, Segundona do Turista, Temporada de Forró do Gonzagão e os Concursos de Quadrilhas Juninas, totalizando investimento de R$ 48 milhões.
Somente o Arraiá do Povo, promovido ao longo de 30 dias na Orla de Atalaia, recebeu mais de 1,2 milhão de visitantes e contou com 470 atrações, das quais cerca de 70% eram sergipanas.
A parceria com a Política Nacional Aldir Blanc garantiu aporte de aproximadamente R$ 2 milhões para fortalecer quadrilhas juninas. A novidade ficou por conta da Final Estadual de Quadrilhas Juninas, que coroou a Unidos em Asa Branca como “Quadrilha Junina do País do Forró”.
Programação mantém ritmo o ano inteiro
A Segundona do Turista realizou 21 edições na Rua São João, em Aracaju, reunindo 63 artistas locais. Já a Temporada de Forró do Gonzagão levou 27 atrações ao Complexo Cultural Gonzagão durante o mês de julho.
Verão Sergipe percorre cinco municípios
Entre janeiro e fevereiro, o Verão Sergipe passou por Itaporanga d’Ajuda, Pacatuba, Canindé de São Francisco, Pirambu e Estância. Em seis fins de semana, o evento reuniu mais de 50 atrações e gerou impacto positivo no turismo, no comércio e na rede hoteleira.
Vilas temáticas reforçam acesso à cultura
A Funcap também promoveu as Vilas da Páscoa, do Forró, da Criança e do Natal Iluminado, que ofereceram mais de 100 espetáculos gratuitos com programação integralmente sergipana. Somente no Teatro da Vila do Forró foram aplicados R$ 322 mil para apresentações de grupos locais.
Outros destaques do calendário
No campo das manifestações tradicionais, o Simpósio do Encontro Cultural de Laranjeiras celebrou, em janeiro, os 50 anos do Grupo Folclórico Taieiras. Em São Cristóvão, o Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc) recebeu R$ 3 milhões e comemorou quatro décadas de existência.
Fechando o ano, o Festival na Maloca: Ritmo e Comunidade ocupou o bairro Getúlio Vargas, primeiro quilombo urbano de Sergipe, integrando as celebrações do Dia da Consciência Negra e do Dia Nacional do Samba.
Com a agenda de 2025, a Funcap consolidou a cultura como vetor de desenvolvimento social, econômico e identitário em Sergipe.
Para saber mais sobre políticas de fomento cultural, o Ministério da Cultura disponibiliza informações atualizadas sobre programas federais.
Confira outras reportagens sobre o cenário cultural do estado na página de Sergipe do Se Pôr Dentro e fique por dentro dos próximos eventos.
Com informações de FaxAju




