O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), afirmou que não pretende postergar a sabatina do nome que o presidente Lula indicar para a vaga do ministro Luiz Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada nesta segunda-feira (13).
Alencar ressaltou que, assim que a mensagem presidencial chegar à CCJ, o calendário será definido. “Quando o presidente escolher e o nome chegar à comissão, vamos pautar a sabatina”, disse o parlamentar.
Disputa de bastidores
No Senado, o favorito entre os senadores é o ex-presidente do Congresso e atual senador Rodrigo Pacheco (União-AP). Nos bastidores do Palácio do Planalto, porém, ganha força o advogado-geral da União, Jorge Messias, apoiado pela bancada do PT e considerado muito próximo a Lula.
Trâmite constitucional
Pela Constituição, cabe ao presidente da República indicar ministros para o STF. Depois, a CCJ realiza a sabatina e emite parecer; por fim, o nome precisa ser aprovado em plenário por maioria absoluta dos senadores.
A relevância do rito ficou evidente em 2021, quando o então presidente da comissão, Davi Alcolumbre, retardou por semanas a análise de André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro para a Corte.
Barroso ainda não oficializou sua saída do Supremo, mas articulações políticas já movimentam o Senado e o Planalto na busca por consenso em torno do próximo ministro.
Para entender melhor como funciona a CCJ e o processo de indicação ao STF, o Senado Federal disponibiliza informações detalhadas em seu portal.
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Resumo: Otto Alencar assegurou que não haverá atraso na sabatina do futuro indicado de Lula ao STF, mesmo que o nome escolhido não seja unanimidade entre os senadores. Continue acompanhando nossas atualizações para não perder os próximos passos desse processo.
Com informações de g1.globo.com
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