O Carnaval até chegou ao fim, mas a disputa pelo hit da folia continua dando o que falar. Entre bloquinhos lotados, trios elétricos e dancinhas que dominaram as redes, uma música se destacou nas plataformas e virou praticamente a trilha sonora oficial da festa: “JETSKI”, de Pedro Sampaio com Melody e MC Meno K.
A faixa liderou o Spotify Brasil durante os dias de folia, alcançando o 1º lugar e se mantendo no topo até a Quarta-feira de Cinzas, quando passou a ocupar a 2ª posição nos charts.
A disputa, no entanto, foi acirrada. “GOSTOSIN”, de Anitta com Felipe Amorim e HITMAKER, também dominou festas pelo país e figurou entre as mais tocadas da temporada.
Já “Carnaval”, de Marina Sena com o Psirico, cresceu de forma orgânica, ganhou força nas redes e virou trend dentro e fora da bolha LGBT+.
Outra que marcou presença nas playlists carnavalescas foi “Desliza (Ólhinho no Corpinho)”, parceria de Melody com Léo Santana, que também embalou bloquinhos e trios elétricos pelo Brasil.
Outras faixas também surgiram como fortes candidatas ao posto de música do Carnaval de 2026 — e até ao título de hit do verão.
As “Sequências”, de Pedro Sampaio, mantiveram o fôlego durante o feriado. “Sequência Feiticeira” encerrou o período na 15ª posição, enquanto “Sequência Cunt” também apareceu no ranking, fechando em 199º lugar.
“Vampirinha”, de Ivete Sangalo, encerrou a terça-feira (17) na 75ª posição, mas já havia deixado o Top 200 no dia seguinte, perdendo força rapidamente após o pico do feriado.
Já Léo Santana manteve fôlego nos charts com “Marquinha de Fitinha”, que seguiu firme dentro do Top 100, ocupando a 57ª colocação.
Confirmando seu status de hit, “Fanatismo”, de Yasmin Sensação, manteve força ao longo do feriado e permaneceu no Top 50, encerrando o período na 48ª posição.
Apesar de ter sido eleita “Música do Carnaval” pela Band Folia, “É Terreiro”, de Daniela Mercury com Alcione, não conseguiu figurar entre as 200 faixas mais ouvidas do Spotify durante o período da festa.
E, claro, a sueca mais brasileira do pop também marcou presença. Mesmo sem colocar “Midnight Sun” entre as 200 mais ouvidas no Brasil, Zara Larsson conquistou algo igualmente valioso: virou assunto nas redes e embalou diversos bloquinhos na capital paulista, mostrando que hit nem sempre se mede só pelos charts.




