Aracaju/SE – Sergipe volta a quebrar o próprio recorde de produção de arroz, resultado atribuído pelo Governo do Estado ao programa de distribuição de sementes que vem sendo ampliado nos últimos ciclos.
- Em resumo: a colheita superou a marca anterior e reforça o papel das sementes subsidiadas no ganho de produtividade.
Por que o volume cresceu de novo?
De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura, o fornecimento de sementes selecionadas diminuiu perdas no campo e acelerou o desenvolvimento das lavouras. A iniciativa, alinhada a orientações técnicas do Ministério da Agricultura, estimulou pequenos produtores que antes tinham acesso limitado a insumos de qualidade.
O governo também destaca o clima favorável e a expansão de áreas irrigadas como fatores extras, mas enfatiza que o programa de sementes foi o “gatilho” para o salto registrado nesta safra.
“O produtor recebeu sementes certificadas e, com isso, colheu mais por hectare, consolidando o segundo recorde consecutivo”, informa nota da secretaria.
Impacto imediato no bolso do produtor
Com a produção em alta, a expectativa é de maior disponibilidade interna de arroz e fortalecimento da renda rural. Técnicos apontam que parte do excedente poderá ser direcionada à alimentação animal ou à formação de estoques estratégicos, ajudando a equilibrar preços ao consumidor.
Para os agricultores familiares, o ganho não se resume ao volume: a qualidade do grão também melhorou, abrindo portas para mercados que pagam ágio por lotes premium. Especialistas do IBGE ressaltam que, nacionalmente, Sergipe já vinha figurando entre os estados com maior crescimento percentual na cultura do arroz.
No próximo ciclo, a Secretaria da Agricultura planeja ampliar o alcance do programa e testar variedades ainda mais resistentes. Caso a tendência se mantenha, o estado pode consolidar uma nova fronteira produtiva para o cereal no Nordeste.
Crédito da imagem: Divulgação
Você acredita que a distribuição de sementes é a melhor estratégia para manter esse ritmo de crescimento? Acompanhe outras análises em nossa editoria de Economia.




